sexta-feira, 5 de junho de 2015

CAFÉ RODOVIÁRIO

Dia à beça.
Processo de criação.
Uma manhã monocórdica amarga o meu café, em estéreo e denso single.
Dez mais.
Não faço nada por bom sexo purgante e difuso.
Restou uma curtida, uma mensagem, uma chamada à cobrar, e o troco do café rodoviário.
Certos versos anotados em papel toalha são legais.
Até pensei que era mais pelas vinte horas de sono direto.
Levanto pensando em Marina cantando Veneno:
- "Não me beije que eu tenho veneno / É meu preço não faço por menos /
Mas... depois... te amarei".
Mato adversários geográficos no peito e volto pra casa (...) com a roupa do corpo.
Nada demais.
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